A Cork Gully LLP, administradora que esteve ligada ao controle da SAF Botafogo, chegou a buscar um empréstimo de US$ 200 mil junto a John Textor. A informação, divulgada pelo site “GE”, indica que o aporte financeiro seria destinado à aquisição de ações da Botafogo S/A. No entanto, a Eagle Football, grupo de Textor, não exerceu seu direito de preferência na compra de 49% das novas ações, prazo que se encerrou no último sábado (24/10).
Com a não concretização da compra pela Eagle, o Botafogo social tem agora a possibilidade de adquirir a sobra dessas ações, o que o levaria a deter 99% do total. Essa movimentação abre caminho para uma futura negociação com a GDA Luma, empresa de Gabriel de Alba.
John Textor, que ainda busca reaver o controle do clube na Justiça, expressou descontentamento com a proposta de empréstimo feita pela Cork Gully. Segundo ele, a oferta não previa garantias de titularidade das ações para o investidor americano. Além disso, a administradora teria considerado a participação da Eagle na SAF Botafogo como sem valor.
A não compra das ações pela Eagle Football e o pedido de empréstimo pela Cork Gully marcam um novo capítulo nas complexas negociações envolvendo a gestão da SAF do Glorioso, com desdobramentos que ainda podem influenciar o futuro do clube.



