O Botafogo conquistou uma vitória suada por 1 a 0 contra a Chapecoense, lanterna do Campeonato Brasileiro, no último sábado, no Estádio Nilton Santos. O gol salvador foi marcado por Tiquinho Soares, que retornou à titularidade. Em participação no programa “SBT Sports Rio”, a apresentadora e fã do centroavante, Fernanda Maia, enviou um recado bem-humorado ao técnico Tite, mas também expressou sua insatisfação com a performance da equipe.
Fernanda Maia, que vinha defendendo a volta de Tiquinho ao time titular, brincou com Tite: “Tite, me assiste todo dia que vai dar bom para você. Eu conheço esse negócio de Botafogo!”. Ela relembrou uma situação pessoal onde ganhou um bolo de aniversário por conta de um jejum de gols do ataque do seu time e reforçou seu pedido pela escalação de Tiquinho. A apresentadora também elogiou a decisão da comissão técnica de poupar Arthur Cabral no segundo tempo, considerando a pressão que o atleta sofria.
“Achei muito legal da parte de vocês proteger o atleta e não colocá-lo naquela atmosfera que estava no sábado, uma atmosfera legal, mas todo mundo sem paciência com o atleta. A culpa não é do Arthur Cabral, não. A culpa é de quem fica insistindo em colocá-lo sabendo que ele não está numa fase boa”, comentou, defendendo que Arthur Cabral já deveria ter sido protegido há mais tempo por ser um ativo do clube.
Apesar da vitória, Fernanda Maia demonstrou preocupação com a atuação geral do Glorioso. “O Botafogo não jogou muito bem, teve muitas oportunidades, mais domínio, muito volume de jogo… Mas quem é o último time do Brasileirão? É a Chape. O Botafogo não estava jogando contra Palmeiras, Flamengo, Fluminense, Athletico-PR, era contra a Chape. Se não fosse o brilho, a capacidade técnica e efetiva de Tiquinho Soares, o placar seria 0 a 0”, criticou.
Ela finalizou pedindo mais evolução e conexão para o time na reta final da temporada de 2026. “Eu quero ver mais tramas, um time mais conectado, mais histórias, eles parecem que não constroem histórias. O que a gente vê são os jogadores jogando por si, eu quero ver o coletivo”, concluiu, enfatizando a necessidade de um jogo mais coletivo e estratégico, especialmente em um momento delicado do campeonato.




