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Jornalista dá detalhes de procura do Botafogo por novo treinador e diz: 'Lista larga tinha mais de 20 nomes'

Jornalista dá detalhes de procura do Botafogo por novo treinador e diz: 'Lista larga tinha mais de 20 nomes'

A caçada por um novo treinador no Botafogo segue em andamento após a saída de Martín Anselmi, e os bastidores revelam um processo de seleção complexo e extenso. Segundo informações divulgadas pelo site “GE”, a lista inicial de candidatos para assumir o comando alvinegro contava com mais de 20 nomes, um número considerado expressivo pelo departamento de futebol.

A jornalista Joanna de Assis, em participação no “SporTV News”, detalhou a dificuldade enfrentada pela diretoria. “A gente conversou com muita gente ontem para entender, e olha, difícil entender qual caminho o Botafogo vai seguir, porque o departamento de futebol está fechado, quem decide é o John Textor, a atenção dele não está completamente voltada para esse assunto que é muito importante para o torcedor, e isso acaba atrasando todo o processo”, explicou. Ela ressaltou que a lista inicial era “praticamente todo mundo”, com mais de 20 nomes, o que gerou um grande volume de trabalho para a equipe responsável pela análise.

De acordo com a jornalista, a centralização da decisão nas mãos de John Textor contribui para a lentidão do processo. “Ele não aceita muitas interferências no que ele acredita que deve ser o caminho a ser tomado. Então, quando ele assume esse protagonismo de ‘eu sou o chefe, eu mando, eu decido’, ele delega, mas não delega”, comentou. A exigência de detalhamento sobre perfil, carreira, valores e interesse dos candidatos tornou a tarefa ainda mais árdua. Nomes como Martín Palermo chegaram a figurar nessa lista inicial, embora sua permanência seja incerta. Atualmente, a relação foi reduzida a três nomes, mas a definição final ainda gera dúvidas.

A incerteza sobre o perfil ideal a ser buscado também é um fator crucial. A jornalista aponta Franclim Carvalho como um dos três finalistas, mas levanta questionamentos sobre a convicção da diretoria. “Se fosse para ser o Franclim mesmo, se tivesse convicção, já teria fechado”, ponderou. A possibilidade de trazer um nome mais experiente e com conhecimento do futebol brasileiro, do mercado, do calendário e da cultura local também está em pauta, contrastando com apostas mais arriscadas. A hesitação de alguns treinadores em aceitar a proposta, seja por falta de segurança ou por mirarem outros mercados, como no caso de Tite, adiciona mais um obstáculo à já desafiadora tarefa de encontrar o novo comandante do Botafogo.

Ler na fonte original (FogãoNET)