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Luiz Henrique cita Igor Jesus como melhor amigo, recorda 2024 e exalta Botafogo para ser protagonista na Seleção: ‘Sempre bate a saudade’

Luiz Henrique cita Igor Jesus como melhor amigo, recorda 2024 e exalta Botafogo para ser protagonista na Seleção: ‘Sempre bate a saudade’

Luiz Henrique, que brilhou intensamente em 2024 pelo Botafogo, concedeu uma entrevista descontraída à jornalista Yara Fantoni, onde expressou a forte ligação que mantém com o clube alvinegro. O atacante, conhecido como Pantera Negra, revelou que sente "saudade" do Glorioso, descrevendo o ano de 2024 como "maravilhoso" e uma "história que eu deixei no Botafogo". A identificação com as cores preto e branco também foi destacada, refletindo seu estilo básico e tranquilo.

O jogador ressaltou a importância fundamental de sua temporada no Botafogo para alcançar a Seleção Brasileira e se tornar um protagonista. "O Botafogo, como eu falei, tenho uma história junto com a instituição. O Botafogo claro que me ajudou a chegar na Seleção Brasileira", afirmou, demonstrando gratidão pelo apoio recebido durante sua passagem pelo Rio de Janeiro. Luiz Henrique também fez questão de citar Igor Jesus, seu ex-companheiro no Alvinegro, como seu "melhor amigo no futebol", destacando a forte parceria dentro e fora de campo e a diversão que o amigo trazia ao grupo.

Ao relembrar o ano mágico de 2024, Luiz Henrique elegeu Artur Jorge como o melhor técnico com quem trabalhou. "Arthur Jorge é um paizão, tá louco! Ajudou bastante na época. Foi um cara que levou o nosso time para o alto nível", declarou, elogiando a união da equipe e o suporte do treinador em todos os momentos. O atacante também montou sua seleção dos melhores companheiros com quem atuou, incluindo John; Mantuan, Nino, Marquinhos e Alex Telles; Marlon Freitas, Bruno Guimarães e Savarino; Luiz Henrique, Igor Jesus e Vinicius Jr.

Luiz Henrique também compartilhou detalhes sobre o "desafio" que foi sua chegada ao Botafogo, admitindo o peso da contratação e as dificuldades iniciais, incluindo uma lesão. No entanto, celebrou a conquista da Libertadores e do Campeonato Brasileiro, títulos que, segundo ele, "o torcedor precisava muito ganhar". Ele descreveu a expulsão de Gregore na final da Libertadores como um momento em que a equipe se "blindou" e seguiu a confiança de que a vitória "já estava escrito nas estrelas". A vitória sobre o Palmeiras no Allianz Parque, que garantiu o título brasileiro, foi lembrada como um feito de concentração e força da equipe em um "campo muito difícil". Por fim, ele elegeu a final da Libertadores como seu "melhor jogo da carreira", citando o gol e o pênalti sofrido como momentos inesquecíveis.

Ler na fonte original (FogãoNET)