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Jornalista não se surpreende com situação caótica com John Textor e cobra: ‘Onde estava o compliance do Botafogo?’

Jornalista não se surpreende com situação caótica com John Textor e cobra: ‘Onde estava o compliance do Botafogo?’

O jornalista Lucio de Castro, que enfrenta um processo por difamação e calúnia movido por John Textor, manifestou sua falta de surpresa diante da atual situação financeira considerada caótica do Botafogo, culminando no pedido de recuperação judicial. Em sua análise, o repórter direcionou críticas contundentes ao departamento de compliance do clube, questionando sua atuação em defesa da agremiação.

"Um dos grandes fatos da semana é o Botafogo entrando com pedido de recuperação judicial, o que alivia um pouco o clube em termos de execuções, bloqueio por um tempo, mas que pendura em um monte de coisa. É um desfecho muito previsto desde o primeiro dia para quem conhece a história do senhor John Charles Textor. O desfecho deveria ser esse", declarou Lucio de Castro durante o programa "Trio de Ataque", da "TV Brasil". Ele prosseguiu, questionando a postura do clube e da torcida: "A minha grande pergunta desde o início, e essa não foi respondida, e o torcedor em vez de se preocupar em atacar jornalista, atacar não sei o que, tinha obrigação de querer saber: o que aconteceu quando houve essa negociação, onde estava o compliance do Botafogo que não viu isso tudo? Quem era o senhor John Charles Textor? Essa pergunta eu me faço todos os dias".

O jornalista reforçou suas cobranças, indagando sobre a omissão do setor responsável pela conformidade: "Onde estava o compliance do Botafogo? O que aconteceu? Nada é gratuito. Um cara com o histórico dele, esses compliances em geral são feitos por empresas muito preparadas para isso… Por que se botou para baixo do tapete isso tudo? Porque eles sabiam! Então, existiam interesses enormes para se deixar passar". A declaração surge em um momento delicado para o clube, que teve John Textor afastado do comando da SAF pelo Tribunal Arbitral da FGV, em uma disputa societária que ainda pode ser revista.

Ler na fonte original (FogãoNET)