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Luiz Henrique mira Copa do Mundo e diz: 'Estou no meu auge de 2024, ano histórico para mim no Botafogo, para cá'

Luiz Henrique mira Copa do Mundo e diz: 'Estou no meu auge de 2024, ano histórico para mim no Botafogo, para cá'

Luiz Henrique não esconde a satisfação com o momento atual de sua carreira, que ele considera o auge, impulsionado por um 2024 que descreve como um ano histórico. A decisão de retornar ao Botafogo, em 2024, marcou uma virada em sua trajetória, culminando em conquistas expressivas como a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro. Essas vitórias, aliadas à convocação para a Seleção Brasileira e a posterior transferência para o Zenit, consolidam sua confiança e o colocam em posição de destaque para disputar a Copa do Mundo de 2026.

"É o meu auge. De 2024 para cá, estou no meu auge, sabe? Sempre vêm acontecendo coisas boas na minha vida pessoal, na minha vida profissional. Também 2024 foi assim um ano histórico para mim", declarou o jogador em entrevista ao "Flow Podcast". Ele ressaltou a importância das conquistas pelo Glorioso, quebrando jejuns históricos do clube, e a emoção de ser convocado para o principal torneio de seleções do mundo. "O Botafogo nunca havia ganho a Libertadores, estava há muito tempo sem ganhar o Brasileiro, então isso foi o auge de todos os jogadores que disputaram esses campeonatos no ano de 2024, E agora também nesse ano ganhei o Campeonato Russo, agora estou sendo convocado para Copa do Mundo e isso não tem preço. Agora eu quero a Copa do Mundo", completou.

A temporada de destaque no Botafogo foi fundamental para sua adaptação e sucesso no Zenit. Luiz Henrique revelou que sair do clube carioca com títulos importantes na bagagem lhe deu uma confiança extra ao chegar ao clube russo. "Ah, eu fiquei mais feliz porque 2024 foi um ano histórico para mim. Sair do Botafogo ganhando uma Libertadores e um Brasileiro, ganhando vários troféus individuais, e chegar num clube tu chega mais confiante, sabe? Porque você ganhou muitas coisas", explicou.

O atacante também compartilhou os desafios iniciais na Rússia, como o frio e a adaptação a um estilo de jogo mais físico e truncado. No entanto, ele conseguiu superar essas dificuldades, conquistando o Campeonato Russo em sua segunda temporada, um feito crucial para sua sequência na Seleção. "E claro que eu encontrei dificuldades no começo porque é o frio, troca de futebol brasileiro para a Rússia, então é muito difícil, muito frio, então foi um pouco difícil no começo. Mas depois fui me adaptando ao futebol mais corrido, mais truncado, e depois no segundo ano agora conseguimos ganhar o Campeonato Russo que era o mais importante para chegar na Seleção bem", concluiu.

Ler na fonte original (FogãoNET)