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Canal conta reação de presidente do Botafogo com proibição de bets: 'Ainda bem que temos a GDA Luma nesse horizonte aí'

Canal conta reação de presidente do Botafogo com proibição de bets: 'Ainda bem que temos a GDA Luma nesse horizonte aí'

A recente proibição das operações de apostas esportivas no Brasil, decretada pelo Governo Federal, gerou repercussão no meio esportivo, e o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, expressou sua visão sobre o cenário. Segundo o jornalista Guilherme Cardozo, do canal "Gigante Glorioso", o mandatário alvinegro vê a parceria com a GDA Luma como um fator crucial para mitigar os efeitos da nova legislação no clube.

Cardozo relatou uma conversa com o presidente botafoguense, que, assim como outros dirigentes, não esperava uma medida tão abrupta. "Não que (os clubes) foram pegos desprevenidos, mas de certa forma não acreditavam que isso ocorreria do dia para a noite", afirmou o jornalista, que também mencionou a surpresa de outros presidentes. A preocupação inicial reside na forma como a medida provisória afetará os contratos de patrocínio já existentes, especialmente considerando que o Campeonato Brasileiro tem a sua própria marca vinculada a patrocinadores do setor.

O Botafogo, que possui um contrato de patrocínio com a VBet até o final de 2027, avaliado em R$ 55 milhões por temporada (podendo chegar a R$ 70 milhões com metas), contava com essa receita para seus planos futuros. A proibição implica a necessidade de rescindir antecipadamente esses acordos por questões de ordem pública, o que, segundo Cardozo, pode levar a multas rescisórias, embora ele ressalte que "os clubes não podem ser mais prejudicados".

Nesse contexto, a iminente entrada da GDA Luma como acionista da SAF do Botafogo surge como um alento. João Paulo Magalhães Lins teria destacado: "ainda bem que temos a GDA nesse horizonte aí", pois a parceria promete não apenas minimizar o impacto financeiro da perda do patrocínio, mas também potencializar novas parcerias e buscar fontes de renda no mercado internacional. Essa movimentação é vista como mais efetiva dentro do modelo de gestão da SAF, em comparação com o modelo associativo tradicional. A expectativa é que o impacto total no futebol brasileiro seja significativo, com a definição da situação prevista para ocorrer até o dia 5 de outubro.

Ler na fonte original (FogãoNET)