Cristian Medina, contratado como livre‑agente, tem vínculo com o Botafogo até o fim de 2029. Para evitar uma saída precoce, o clube inseriu no contrato uma cláusula de multa alta caso o volante seja negociado na presente janela de transferências, cujo valor não foi divulgado. Além disso, o Fogão garantiu uma opção de compra de 50% dos direitos econômicos de Medina, que poderá ser acionada em dezembro por US$ 6 milhões, pagamento que será parcelado em cinco vezes ao longo de até um ano e meio.
Mesmo que os direitos econômicos pertençam a um grupo de empresários, a estratégia protege o Botafogo, permitindo que o jogador permaneça até o fim de 2026 enquanto avalia a viabilidade da compra total. Caso a primeira parcela seja quitada, o clube ainda terá margem para negociar uma eventual venda futura.
Com essa estrutura contratual, o Botafogo demonstra preocupação tanto em manter o volante em seu elenco quanto em preservar valor de mercado, preparando-se para diferentes cenários antes da próxima temporada.
