John Textor ajuizou nos Estados Unidos um processo que pode chegar a US$ 2 bilhões contra João Paulo Magalhães Lins, presidente do Botafogo Social, alegando que o dirigente teria dificultado sua permanência à frente da SAF do clube. A informação foi divulgada pelo jornalista Thiago Franklin, do Canal do TF.
Segundo o mesmo canal, Textor afirma que a suposta interferência de João Paulo justifica o pedido de ressarcimento milionário. O presidente do Botafogo, porém, mantém a tranquilidade e segue focado na negociação da venda de 90% das ações da SAF da Eagle para a GDA Luma.
A reportagem do GE corrobora a cobrança de cerca de R$ 2 bilhões, que também envolveria o ex‑presidente Carlos Augusto Montenegro. Montenegro chegou a afirmar que Textor chegou a ameaçar cassar o visto americano de João Paulo.
Apesar da gravidade da demanda, a diretoria do Botafogo indica que a situação não interfere nas estratégias esportivas e comerciais do clube, que continuam voltadas para a consolidação da nova estrutura societária.
