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Franclim Carvalho vê elenco do Botafogo sem se afetar com problemas externos: 'Grupo está vacinado quanto a isso'

Franclim Carvalho vê elenco do Botafogo sem se afetar com problemas externos: 'Grupo está vacinado quanto a isso'

O técnico Franclim Carvalho assegurou que o elenco do Botafogo demonstra maturidade e resiliência diante das turbulências fora das quatro linhas. Em entrevista concedida ao Amazon Prime Video, antes da partida contra o Internacional pelo Campeonato Brasileiro, o comandante destacou que os jogadores estão "vacinados" e completamente focados nas suas responsabilidades.

"Acho que o grupo está vacinado quanto a isso, os jogadores, e estão bem focados no trabalho que temos que fazer", declarou Carvalho. Ele ressaltou que, desde sua chegada, tem reforçado a importância de concentrar energias nas questões internas da equipe. "Eu desde o primeiro dia que cheguei também lhes falei isso. Acho que nós já temos problemas suficientes para resolver ou situações suficientes para resolver entre nós, enquanto equipe, enquanto grupo. Portanto, nós temos que focar no nosso trabalho, no que nós queremos fazer, no que nós temos que melhorar, no que nós temos melhorado", completou.

O treinador também abordou os desafios impostos pelo regulamento, especialmente no que diz respeito ao limite de estrangeiros, que impacta as escolhas para a lista de relacionados e para a escalação titular. Franclim Carvalho reconheceu a limitação, mas fez questão de defender a regra. "Eu acho que a questão dos estrangeiros limita-nos muito, obviamente. Se não tivéssemos condicionados ao regulamento, provavelmente a lista dos relacionados poderia ser diferente, não só neste jogo como no outro. Mas nós jogamos com o regulamento e eu acho, e volto a dizer isto, que o regulamento está muito bem feito, porque protege o atleta local e eu acho isso importante", afirmou.

Sobre a formação da equipe, Carvalho explicou que o conhecimento mútuo entre ele e os jogadores tem se aprofundado, permitindo tomadas de decisão mais assertivas. Ele prefere não falar em "rodízio", mas sim em aproveitar as características individuais dos atletas e as brechas deixadas pelo adversário. "Dependendo de cada jogo e de um momento também de cada um, nós podemos optar por um ou por outro, porque às vezes os atletas, mesmo jogando na mesma posição, têm características diferentes e nós temos que aproveitar algum espaço ou algumas coisas que o adversário nos dá. E nós pensamos muito assim, dentro da nossa identidade, dentro do que nós queremos, mas com os nossos jogadores, aproveitar o que o adversário nos dá", concluiu.

Ler na fonte original (FogãoNET)