O Botafogo Futebol e Regatas manifestou seu entendimento de que uma reportagem publicada pelo jornal "O Globo" continha um "recorte maldoso" sobre a gestão financeira de John Textor no clube. A notícia em questão apontava que cerca de R$ 110 milhões do aporte obrigatório teriam sido direcionados ao Lyon, repercutindo negativamente entre os torcedores.
Em uma análise divulgada no canal "Arena Alvinegra" no YouTube, o jornalista Bernardo Gentile explicou a perspectiva do Glorioso. Segundo ele, o clube sustenta que a informação veiculada se trata de um recorte isolado de um período específico, comparando a situação a "fazer um edit malvado" de momentos específicos da carreira de um jogador. "O que o Botafogo está dizendo nos bastidores é que esse é um recorte maldoso da história", afirmou Gentile.
A justificativa apresentada pelo clube é que, no período em questão, o sistema de caixa único entre os clubes da Eagle Football estava em pleno funcionamento. "Por que eles dizem isso? É porque nesse momento o caixa único estava a todo vapor. Então, de fato, saiu, entrou, saiu, mas depois voltou muito mais, depois continuou contratando jogador. Mas entrou (dinheiro)", acrescentou o jornalista, ressaltando que o fluxo financeiro era intenso e que, posteriormente, o Botafogo continuou realizando contratações.
É importante lembrar que os clubes associados à Eagle Football operavam sob um sistema de caixa único até meados de 2025, permitindo a transferência de valores entre as entidades. Atualmente, o Botafogo acredita que o Lyon ainda possui uma dívida considerável com o clube alvinegro, o que reforça a visão do Glorioso de que a reportagem apresentou uma visão incompleta da situação financeira.
