A Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo viu sua dívida referente ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) saltar de zero para cerca de R$ 35 milhões ao longo de quatro anos, período que coincidiu com a gestão de John Textor, iniciada em 2022. A empresa, que começou sem débitos, viu o montante crescer devido ao não cumprimento das obrigações trabalhistas.
Um dos casos que exemplificam essa situação é o do meia Thiago Almada. O jogador, que teve passagens marcantes pelo clube, incluindo títulos como o Brasileiro e a Libertadores, ainda tem a receber cerca de R$ 800 mil apenas em FGTS não recolhido. Almada foi posteriormente vendido, gerando mais de R$ 250 milhões para a Eagle Football em negociações que envolveram clubes como Lyon, Atlético de Madrid e River Plate.
Atualmente, John Textor encontra-se afastado da gestão da SAF e busca reaver o controle na esfera judicial. Enquanto isso, o comando da SAF está sob responsabilidade do clube social, em um processo de transição para a GDA Luma.




