Em meio a especulações sobre a multa rescisória do jovem atacante Danilo, o ex-controlador da SAF do Botafogo, John Textor, veio a público para esclarecer a situação. Segundo o empresário, um erro de digitação em um dos documentos do contrato do jogador foi corrigido há muito tempo, e a multa para transferência para clubes do exterior é de 200 milhões de euros, e não os 20 milhões de euros que circularam em algumas publicações.
"Mais uma narrativa mentirosa para jornalistas. Problema antigo. Um documento entre muitos tinha um 'erro de digitação' que já havia sido corrigido há muito tempo. A multa rescisória está registrada na CBF em € 200 milhões", declarou Textor em sua conta no Instagram. Ele ainda acrescentou que o documento corrigido foi arquivado na Federação do Rio, e não na CBF, como poderia ter sido interpretado inicialmente.
A polêmica ganhou força após o jornalista Venê Casagrande, do SBT, publicar um documento que, segundo ele, indicava uma multa de 20 milhões de euros. No entanto, a publicação foi excluída cerca de 30 minutos depois. Em seguida, Casagrande fez um novo post no X (antigo Twitter), apresentando um documento que, de fato, mostrava o valor de 20 milhões de euros como multa rescisória, gerando confusão sobre a veracidade das informações.
Os representantes de Danilo, por sua vez, entendem que não existe um "contrato de gaveta" e que o documento assinado entre o jogador e o clube, na época com Thairo Arruda como CEO da SAF Botafogo, é o que vale. O contrato em questão, com 27 páginas e assinado em 17 de julho de 2025, teria a informação da multa rescisória de 20 milhões de euros, segundo a visão dos empresários.




