A Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo enfrenta mais um desafio financeiro. A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro está cobrando um montante de aproximadamente R$ 2,3 milhões referente a impostos não pagos. A informação foi divulgada pelo blog de Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”, nesta segunda-feira (23/03).
As cobranças se desdobram em três execuções fiscais distintas, motivadas pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Fundo de Combate à Pobreza. Estes valores se somam às pendências que a gestão da SAF precisa solucionar para garantir a saúde financeira do clube.
A situação gerou um comentário ácido no blog, que cutucou o proprietário da SAF, John Textor: “John Textor, o dono da SAF do Botafogo, que chegou ao Rio prometendo revolucionar o futebol brasileiro, tem mostrado mesmo que seu lema é no bom e velho ‘devo, não nego, pago quando puder’”. A declaração reflete uma percepção sobre a administração das finanças do clube sob o comando do empresário americano.
