Receba notícias exclusivas no TelegramAlertas de gols, início e fim de jogos, além dos destaques do dia direto no seu celular.
ENTRAR NO CANAL

Botafogo social vê vinda de Textor ao Rio como tentativa de tumultuar e criar narrativas

Botafogo social vê vinda de Textor ao Rio como tentativa de tumultuar e criar narrativas

A recente visita de John Textor ao Rio de Janeiro, que incluiu passagens por General Severiano, o evento Libertadores Experience e entrevistas, gerou reações internas no Botafogo. Segundo informações do canal "Gigante Glorioso", a diretoria do clube social avalia que a vinda do empresário teve como principal objetivo "tumultuar o ambiente e criar narrativas fantasiosas para a imprensa que ainda dá espaço".

Guilherme Cardozo, do "Gigante Glorioso", detalhou a percepção da cúpula alvinegra. A diretoria acredita que Textor veio com uma "missão quase impossível" e que sua estratégia visa criar um ponto de interrogação sobre a situação atual do clube. Apesar de não temerem que a presença de Textor prejudique a questão jurídica, que consideram bem protegida, a preocupação reside na manipulação de informações para gerar confusão.

Conforme apurado, a diretoria do Botafogo social crê que Textor não terá sucesso em sua investida. Eles apontam que existe um compromisso firmado com outro empresário, a GDA Luma, cujas portas foram abertas pelo próprio John Textor em um momento anterior. A diretoria relembra que, no passado, Textor solicitou a convocação de uma assembleia para votar o aumento de capital para a entrada da GDA Luma, um movimento que, segundo eles, ele sabia que geraria problemas e que acabou sendo anulado pela justiça.

As declarações obtidas pela reportagem pintam um quadro de desconfiança em relação a Textor. Frases como "esse cara é um artista", "ele criou uma narrativa de vitimismo" e "a conversa desse cara não é reta, faz curva" foram atribuídas a membros da alta cúpula do clube. A percepção é que a fama que precede Textor dentro do Botafogo é "muito ruim", e sua maneira de se afastar é considerada ainda pior.

Cardozo também esclareceu que Textor não poderá participar da Assembleia Geral (AGE) convocada para a próxima quinta-feira, pois ela ocorrerá online e, mais importante, ele está impedido judicialmente. A justiça afastou Textor da Eagle e de todos os times que comandava, incluindo o Botafogo. A análise interna é que ele busca uma aproximação como "última estratégia", mudando sua narrativa de "sou o dono" para "preciso de diálogo para voltar". No entanto, o clube reforça que há um compromisso com a GDA Luma, e que a vinda de Textor visa apenas "tumultuar" e criar "narrativas que não vão ajudar e também não vão atrapalhar", mas que podem induzir a opinião pública em um momento delicado para a equipe em campo. A torcida, que foi a última a apoiá-lo, teria se sentido "apunhalada pelas costas" por atitudes de gestão que não demonstraram comprometimento com a instituição, e as obrigações contratuais não foram cumpridas, levando o clube social a buscar o acordo com a GDA Luma.

Ler na fonte original (FogãoNET)