Thiago Almada volta a movimentar o mercado internacional: o Al‑Ahli, da Arábia Saudita, teria apresentado ao Atlético de Madrid uma oferta de US$ 30 milhões para contratar o meia argentino após a Copa do Mundo. A proposta inclui ainda contrato de três temporadas, mas a decisão só será tomada ao fim da competição.
Para o Botafogo, a negociação pode ser lucrativa. Quando o clube vendeu Almada ao Atlético em 2025, acertou 21 milhões de euros fixos mais 9 milhões em bônus, mantendo 50 % dos direitos econômicos do jogador. Assim, se a transferência ao Al‑Ahli se confirmar nos termos divulgados, o Glorioso receberá uma quantia relevante, reforçando seu caixa em meio a dificuldades financeiras.
Entretanto, a situação ainda tem um ponto crítico: o Botafogo continua devendo cerca de R$ 120 milhões ao Atlanta United pela contratação de Almada em 2024. Essa dívida foi a primeira a gerar sanções da FIFA ao clube, limitando sua capacidade de operar no mercado de transferências.
A participação de Almada na Copa do Mundo pode acelerar ainda mais o interesse de clubes estrangeiros, já que o argentino, aos 25 anos, segue valorizado e é visto como peça-chave para a seleção. Uma boa campanha pode elevar ainda mais o valor da negociação.
Enquanto aguarda os desdobramentos, a diretoria do Botafogo acompanha de perto as movimentações, pois uma eventual venda ao futebol saudita representaria não só um ingresso financeiro significativo, mas também um alívio importante diante dos desafios econômicos enfrentados pela SAF.
