Em meio a uma significativa reestruturação, com a dispensa de aproximadamente 40 funcionários, incluindo jogadores, o jornalista Jorge Nicola expôs, em seu canal no YouTube, a política salarial do Botafogo. A iniciativa do clube, que estima economizar cerca de R$ 11 milhões anualmente, tem gerado debates sobre a adequação dos investimentos em determinados atletas.
Nicola destacou os salários de jogadores que ele considera 'muito pouco produtivos', citando nomes como Joaquín Correa, com um salário mensal de R$ 1,6 milhão, Arthur Cabral, com R$ 1,4 milhão, e Artur, ex-Palmeiras e Red Bull Bragantino, que faturava R$ 1,3 milhão por mês. O goleiro Neto, alvo de críticas por suas defesas, recebia R$ 700 mil mensais, enquanto o centroavante Chris Ramos era remunerado com R$ 525 mil.
As demissões, justificadas pelo clube como uma medida para garantir maior 'sustentabilidade financeira' e modernizar a gestão da SAF, também impactaram cargos administrativos, como o de Raphael Rezende, coordenador de scout, e Cláudio Caçapa, auxiliar da comissão técnica. A medida reflete uma mudança de postura em relação aos gastos com pessoal, buscando otimizar os recursos e fortalecer a estrutura do clube.
Apesar da reestruturação, o Botafogo segue em busca de resultados positivos em campo, com a comissão técnica liderada por Martín Anselmi trabalhando para consolidar o time e alcançar os objetivos da temporada. A gestão busca equilibrar as finanças com a competitividade, buscando um modelo sustentável para o futuro do clube.
