Uma figura de peso dentro do Botafogo, cuja identidade permanece em sigilo, teceu fortes críticas à atuação do empresário John Textor durante sua recente passagem pelo Rio de Janeiro. A declaração, feita a Thiago Grachet do canal "Glorioso Play", expõe um descontentamento com a forma como Textor tem lidado com o clube, especialmente em relação à recuperação judicial e disputas societárias.
"John Textor é um fenômeno: conseguiu transformar uma recuperação judicial em declaração de amor e uma disputa societária em espetáculo de egocentrismo", disparou a fonte anônima. "Aparece em evento da Libertadores anunciando que continua sendo dono do Botafogo, como se a Justiça brasileira fosse um detalhe e a torcida, uma plateia de idiotas. Na hora de comemorar os títulos, o protagonista é ele; na hora de prestar contas pela crise, a culpa é sempre dos outros. Confundiu investimento com escritura de propriedade sobre a alma de milhões de botafoguenses".
A crítica se intensificou ao abordar a relação entre conquistas e responsabilidades. "A Libertadores de 2024 lhe garantiu um lugar na história, não imunidade administrativa nem propriedade eterna sobre o clube. Quer voltar? Resolva as pendências, apresente as contas e respeite as instituições. O Botafogo não é brinquedo de empresário vaidoso, muito menos refém de suas disputas particulares. Amor não se comprova com entrevista, responsabilidade não se substitui por discurso e a camisa do Botafogo não vem com o nome de John Textor registrado em cartório", completou a "pessoa influente".
Atualmente, o Botafogo opera sob o comando do clube social, em processo de transição para a GDA Luma. John Textor, ex-dono da SAF, busca reaver o controle do clube através de medidas judiciais, em meio a essas declarações que evidenciam a complexidade da atual gestão alvinegra.




