O apresentador do programa “Seleção SporTV“, André Rizek, demonstrou profundo lamento por não poder comparecer ao Estádio Nilton Santos nesta quinta-feira (20/8) para testemunhar a tentativa do Botafogo de reverter a desvantagem contra o Cienciano na Copa Sul-Americana. Após a derrota por 6 a 1 no Peru, o Glorioso busca uma classificação histórica diante de sua torcida, que já garantiu mais de 18 mil ingressos, impulsionada por uma promoção.
"Vai ter gente lá, hein? Na terça à noite, até acho que demorou um pouquinho, o Botafogo colocou ingresso a R$ 5. Mesmo antes de anunciar isso, eu conheço muita gente que vai ao jogo, e é naquela coisa do Botafogo também: 'Pô, imagina se acontece e eu não estou lá?'. Eu não posso ir ao jogo, tenho outro compromisso hoje, mas, assim, que vontade de ir, cara! Acho que vai ser divertido. Acho que vai ser uma noite bem louca do Rio de Janeiro. A ver", declarou Rizek, evidenciando sua expectativa para o confronto.
Durante a exibição dos lances da partida de ida, que resultou em um placar desastroso para o time alvinegro, Rizek não escondeu a irritação com o desempenho da equipe, então sob o comando de Franclim Carvalho. "Acho que é imperdoável a maneira como o Botafogo foi para a partida da ida. É imperdoável você se abrir tanto assim na altitude. Faltou aquele entendimento básico que o principal da altitude é você voltar vivo. O Botafogo teve uma postura completamente equivocada no jogo da ida e voltou quase morto", lamentou o jornalista.
Na sequência, o comentarista Rodrigo Coutinho ressaltou a necessidade de uma atuação cirúrgica por parte do Botafogo para concretizar a classificação. Seja por uma goleada de seis gols de diferença ou uma vitória por cinco gols, que levaria a decisão para os pênaltis, a equipe precisará de precisão absoluta. "É aquele dia que tem que tudo sair perfeitamente. Você não pode perder gol, você não pode dar um vacilo em uma série de bola, você não pode se desesperar, ficar afobado. Qualidade para golear o Cienciano o Botafogo tem. Qualidade a gente sabe que tem, o nível é muito diferente. O problema é que não é só golear, é fazer uma diferença de seis gols", pontuou Coutinho.




