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Presidente conta por que não demitiu Franclim em Cusco e diz: 'Jogadores do Botafogo estão feridos e querem dar uma resposta'

Presidente conta por que não demitiu Franclim em Cusco e diz: 'Jogadores do Botafogo estão feridos e querem dar uma resposta'

O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, revelou os bastidores da decisão de não demitir o técnico Franclim Carvalho imediatamente após a contundente derrota por 6 a 1 para o Cienciano, em Cusco, pela Copa Sul-Americana. Em entrevista ao "Canal do Manel", o dirigente explicou que a falta de profissionais disponíveis para comandar a equipe no jogo seguinte contra o Vitória foi o principal fator.

"Sabe por que o treinador não foi embora quando a gente tomou de 6 em Cusco? Porque a gente não tinha profissional para fazer o jogo do Vitória. Porque o John Textor, quando contrata, manda todo mundo embora, porra. A gente não tinha preparador físico, não tinha auxiliar técnico, não tinha ninguém. Não tinha nada. Nada", declarou João Paulo, enfatizando a situação precária da comissão técnica na ocasião. Ele ainda destacou a necessidade de "tirar os nossos guerreiros de lá" devido à altitude peruana e a logística para o próximo compromisso.

Magalhães Lins reconheceu os erros cometidos na partida e a atuação do treinador, mas ressaltou que a decisão de afastar Franclim Carvalho foi tomada posteriormente. "Nós tiramos o cara, porra. Não tiramos o cara? Tiramos o cara. Não está mais aí", afirmou o presidente, anunciando que o foco agora se volta para Bellão, elogiado por sua gestão no Sub-20 e que receberá uma oportunidade no profissional. "Vamos dar moral para o garoto, para o Bellão, que é bom treinador pra caramba. Está fazendo uma puta gestão no Sub-20. Puta gestão", completou.

Por fim, o presidente transmitiu a confiança de que o elenco está motivado a dar uma resposta em campo. "Os jogadores querem dar essa resposta. Os caras estão feridos também, porra. Os caras têm hombridade. Os caras são bons atletas", disse João Paulo, pedindo calma à torcida e ressaltando a importância de manter a parcimônia diante dos desafios. "A gente precisa ter calma para fazer as coisas. A gente tem que ter calma. Eu sei que a torcida quer resposta na hora. Eu também quero. Eu também sou torcedor. Eu também quero resposta na hora."

Ler na fonte original (FogãoNET)