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Botafogo social questiona demora da GDA e avalia proposta de US$ 95 milhões de John Textor

Botafogo social questiona demora da GDA e avalia proposta de US$ 95 milhões de John Textor

Botafogo social descreve como "esquisita" a demora da GDA Luma em fechar a compra da SAF e afirma que está avaliando outras propostas, como a de US$ 95 milhões feita por John Textor. Segundo o jornalista Bernardo Gentile, do canal Arena Alvinegra, o clube ainda não tem pressa para assinar nenhum acordo, preferindo escolher a opção que melhor atenda aos interesses da agremiação.

Gentile relata que a proposta da GDA chegou ao clube há cerca de 15 dias, mas não houve movimentação. "Tá esquisita essa história, não tá?", afirmou, citando fontes internas do social. Além da oferta da GDA, há também a proposta de Textor e outras empresas que podem apresentar propostas em breve. O dirigente social teria dito que "não tem a menor pressa" e que a pressão vem da imprensa e da torcida, não da diretoria.

Sobre a possibilidade de um "golpe", o jornalista defende que o termo é inadequado e que o social tem o direito de escolher a melhor alternativa. Ele explica que o clube pode receber recursos de credores ou empréstimos, como o DIP (debtor-in‑possession) em recuperação judicial, sem que isso configure um golpe. Nesse cenário, João Paulo, presidente do social, manteria a caneta na mão, com Eduardo Iglesias como CEO e Alessandro Brito à frente do departamento de futebol.

A proposta de Textor, de US$ 95 milhões em dois anos, pressiona a GDA a melhorar sua oferta, que segundo rumores seria em torno de US$ 75 milhões. Ainda não está claro se a GDA entraria sozinha ou em parceria com outros investidores. O social parece inclinado a analisar todas as possibilidades, inclusive a capitalização via credores, para quitar dívidas, pagar o transfer ban e cumprir obrigações trabalhistas.

Em síntese, o clube social mantém a postura de analisar cuidadosamente cada proposta, sem pressa aparente, mas com a consciência de que as contas não param. A decisão final ficará nas mãos do social, que detém 10% da SAF e decidirá o futuro da gestão do Botafogo.

Ler na fonte original (FogãoNET)