O goleiro Léo Linck relatou um momento de grande dificuldade durante o jogo do Botafogo contra o Nacional Potosí, na Bolívia, pela segunda fase da Libertadores. Em determinado instante, o arqueiro precisou de atendimento médico, pedindo ajuda com a mão no peito, devido à intensa falta de ar causada pela altitude de 4 mil metros da cidade de Potosí.
Em entrevista à "GE TV", Linck explicou a situação: "Não estava vindo nada de ar, estávamos num momento complicado do jogo também. Eu já tinha vindo para Bolívia, mas não para Potosí. Você vai para frente, volta, na terceira vez o ar não veio. Como eu posso pedir atendimento e não sair de campo, aí usei desse privilégio". O goleiro, que chegou antecipadamente a Potosí para se adaptar à altitude, teve uma atuação notável apesar das dificuldades físicas.
Linck comentou sobre a preparação da equipe para a altitude: "Viemos antes justamente para adaptar, é totalmente diferente, a bola vem muito mais rápida, varia muito mais. Eles falaram que tinha possibilidade (de ser titular), Neto jogaria contra o Flamengo e eu tinha possibilidade de jogar. Vim para me adaptar e o resultado foi complicado, mas deu certo ali". A experiência em Potosí, embora desafiadora, permitiu que o Botafogo se preparasse para os próximos desafios na Libertadores.
O Botafogo busca se manter competitivo na chave, após a derrota em Potosí, e a superação das dificuldades de altitude será crucial para o desempenho da equipe nas próximas partidas. A comissão técnica e os jogadores agora se concentram em ajustar a estratégia e buscar o melhor resultado possível nas próximas rodadas da competição continental.
