Uma parcela significativa do aporte financeiro recebido pelo Botafogo foi direcionada ao clube belga RWDM Brussels, antigo RWD Molenbeek. Segundo informações divulgadas pelo jornal “Lance!”, a quantia enviada ao time europeu foi fundamental para viabilizar o retorno do volante Huguinho, que estava emprestado à equipe.
Do montante total de US$ 25 milhões provenientes do aporte/empréstimo, US$ 10 milhões já foram utilizados para quitar uma parcela da dívida com o Atlanta United referente à contratação de Thiago Almada, permitindo assim a liberação do clube do transfer ban. Outras despesas urgentes também foram cobertas com parte dos recursos.
A destinação de outra fatia do empréstimo para o RWDM Brussels está atrelada à aprovação do clube social do Botafogo. Essa autorização é necessária para a emissão de novas cotas de ações, o que, por sua vez, abriria caminho para a entrada de novos acionistas. No entanto, o associativo tem demonstrado relutância em conceder o aval para essas movimentações.
A expectativa é que a liberação desses fundos, mediante a aprovação do clube social, possa trazer mais estabilidade financeira e novas oportunidades de investimento para o Glorioso.
