Em entrevista ao jornal "GE", Carlos Leiria, atual técnico do Itaquaquecetuba sub-20, detalhou a decisão de escalar o zagueiro angolano Bastos em um jogo do Botafogo contra o Nova Iguaçu, no Campeonato Carioca, há pouco menos de um ano. A escalação, que ocorreu após a recuperação de uma lesão muscular, acabou sendo frustrada por uma nova contusão no joelho, que o afastou dos gramados por aproximadamente um ano.
Leiria explicou que o planejamento era iniciar o jogo com os titulares, buscando preparar o time para enfrentar o Fluminense. A presença de Lucas Halter na defesa, no entanto, rendeu um bom desempenho. A ideia era aumentar gradualmente a carga de treinamento de Bastos, que ainda não estava em 100%, visando sua estreia na Supercopa do Brasil. "A estreia do Bastos foi pensada por todos, e isso eu gosto de enfatizar, contra o Nova Iguaçu", afirmou o técnico.
O planejamento da comissão técnica previa que os jogadores principais teriam dois jogos de sequência, permitindo um período de preparação com o elenco completo antes de enfrentar o Flamengo. Os jogadores do time de aspirantes seriam divididos, com alguns atuando contra o Madureira e outros treinando com o time principal. "Foi uma gestão inteligente, de datas e de planejamento", ressaltou Leiria. A lesão de Bastos, ocorrida no jogo contra o Nova Iguaçu, interrompeu esses planos.
Após passar por cirurgia no joelho, Bastos está atualmente em fase de evolução de carga no Botafogo. A recuperação completa do zagueiro é fundamental para o planejamento do clube para a temporada, que busca reforçar o elenco com novos nomes na defesa. A ausência prolongada do jogador tem sido sentida, e sua volta pode ser um importante reforço para o restante da temporada.
