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Felipe Neto questiona associativo do Botafogo sobre dívidas e ações

Felipe Neto questiona associativo do Botafogo sobre dívidas e ações

O influenciador digital Felipe Neto utilizou suas redes sociais para expressar preocupações sobre a atual situação do Botafogo, direcionando questionamentos ao clube social e ao modelo de gestão liderado por John Textor. Em uma longa publicação, Neto rebateu a ideia de ser um "porta-voz" do empresário norte-americano e focou em indagações sobre a capacidade do associativo de apresentar uma "alternativa viável" para o futuro do Glorioso.

A principal dúvida levantada por Felipe Neto reside na aparente contradição entre a assinatura de uma dívida com juros "impagáveis" e a recusa em autorizar a emissão de novas ações, que poderiam converter esses juros. "Não é alarmismo, é realidade. Se o clube social não assinar, a situação se tornará caótica", alertou o youtuber, detalhando que os direitos de imagem estão atrasados novamente e que a dívida com o Atlanta United necessita de renegociação constante para evitar o transfer ban. Ele atribui essa dificuldade à falta de capital em caixa, que, segundo ele, só poderia ser suprido pela emissão de novas ações para atrair novos sócios, um processo impedido pelo associativo há meses.

Felipe Neto refutou argumentos que sugerem que o clube social estaria impedido de assinar por conta de arbitragens ou questões jurídicas. Ele relembrou o primeiro aporte de investidores, que evitou o transfer ban e salvou as finças do clube, mas que foi realizado sob a forma de dívida com juros elevados. A intenção seria converter essa dívida em ações após a emissão de novas cotas, mas a assinatura do associativo para este último passo não ocorreu. "Se o John sair, a dívida que o associativo aceitou quebrará o clube. Se ele ficar e o associativo assinar o documento, a dívida é convertida em ações para os que investiram", explicou, enfatizando a gravidade da situação.

Diante do impasse, o botafoguense fez um apelo direto ao presidente João Paulo Magalhães Lins e aos membros do clube social: "Por favor, eu imploro: apresentem uma terceira opção e eu analisarei com todo o carinho do mundo. E, se eu entender que a saída do John é viável e melhor para o futuro do Botafogo, passarei a defendê-la." Ele reiterou suas perguntas sobre o motivo da recusa em assinar a emissão de novas ações, especialmente após ter aceitado a dívida com juros altos, e questionou qual seria a alternativa viável que não levaria o clube à ruína.

Ler na fonte original (FogãoNET)