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Jairzinho dá aula, põe Garrincha como maior jogador do mundo e exalta Botafogo: 'Maior clube brasileiro de todos os tempos'

Jairzinho dá aula, põe Garrincha como maior jogador do mundo e exalta Botafogo: 'Maior clube brasileiro de todos os tempos'

Em uma conversa reveladora ao Charla Podcast, o ídolo Jairzinho relembrou sua trajetória no Botafogo de Futebol e Regatas e a profunda influência que o clube teve em sua formação. Criado no bairro de Botafogo, o atacante contou que seu aprendizado começou ao pular o muro do estádio para observar de perto gênios como Garrincha, Didi, Quarentinha, Amarildo, Zagallo e Nilton Santos, além do fantástico Manga. Para o ex-jogador, esses nomes foram as escadas que permitiram sua ascensão no futebol, servindo como verdadeiros professores de comportamento e técnica.

Com um tom de profunda gratidão, Jairzinho definiu o Alvinegro como o maior clube brasileiro de todos os tempos, destacando a capacidade da instituição de formar sucessivas gerações de alto nível. Segundo ele, o impacto do Botafogo foi fundamental para que o Brasil fosse reconhecido mundialmente como o país do futebol, especialmente durante as eras de 1958 e 1962, quando o clube era visto como um dos dois maiores times do mundo, superando até mesmo a fama do Santos na época.

Um dos pontos mais polêmicos e marcantes da entrevista foi a comparação entre os dois maiores nomes da história da Seleção Brasileira. Com todo o respeito ao Rei Pelé, Jairzinho afirmou categoricamente que Garrincha foi o maior jogador do mundo. O ex-atacante detalhou a genialidade do ídolo, mencionando a capacidade de driblar cinco defensores perfilados e a forma como utilizava suas limitações físicas para surpreender os adversários com explosão e arrancadas imprevisíveis.

O Furacão da Copa de 70, que teve o privilégio de jogar com ambos, ressaltou que, embora a disputa seja difícil, era Garrincha quem realmente fazia a torcida vibrar e lotar o Maracanã com mais de 100 mil pessoas. "Ele era a alegria do povo", recordou Jairzinho, descrevendo a inocência e a pureza de um jogador que jogava por prazer, transformando a simplicidade em arte e fazendo fila de admiradores até mesmo em seus treinos em Pau Grande.

Ler na fonte original (FogãoNET)