O comentarista Paulo Cesar Vasconcellos teceu críticas contundentes à gestão do Botafogo Social, apontando uma notável "incapacidade de ação" por parte da diretoria. Em sua análise no programa "Seleção SporTV", Vasconcellos destacou a situação delicada vivida pelo clube, marcada por crises societária e financeira, e ressaltou a ausência de medidas concretas por parte de quem deveria zelar pelo patrimônio associativo.
Vasconcellos foi enfático ao descrever a atuação da diretoria do Botafogo Social como ineficaz, contrastando-a com as ações de John Textor, a quem classificou como "mitômano". O comentarista questionou a postura do presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, que teria afirmado que o Botafogo "não vai morrer", mas sem apresentar um plano de ação concreto para os últimos 12 meses e os primeiros quatro de 2026. "O que o senhor tem feito? Nada", criticou Vasconcellos.
Segundo o comentarista, o principal prejudicado por essa conjuntura é o próprio clube e sua torcida. Ele argumenta que o Botafogo se encontra "margeado de um lado por um mitômano, que é o John Textor, e do outro lado por incapazes do ponto de vista da gestão". Essa situação, na visão de Vasconcellos, reflete diretamente no ambiente do time de futebol e afugenta o torcedor, que tem se afastado dos estádios. A média de público atual no Campeonato Brasileiro é considerada "absolutamente incompatível" com os anos anteriores, especialmente após a transformação em SAF, evidenciando o descontentamento de uma torcida que, segundo ele, "ao longo do século XXI, foi capaz de atravessar o deserto e manter o Botafogo vivo".
