O futuro de Joaquín Correa, atacante do Botafogo, tem sido tema de especulação, especialmente com o interesse manifestado pelo Estudiantes, clube argentino que já teve seu presidente, Juan Sebastián Verón, confirmando contatos. Neste domingo (14/6), o site argentino "Cielo Sports" trouxe detalhes cruciais sobre a situação contratual do jogador, revelando as multas rescisórias estabelecidas pelo Glorioso.
De acordo com a publicação, o contrato de Tucu Correa com o Botafogo, válido até o final de 2027, prevê três valores distintos para clubes do exterior. Para equipes europeias, a multa é de € 30 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 176 milhões. Já para clubes argentinos, o valor sobe para € 40 milhões (cerca de R$ 235 milhões). Por fim, para ligas consideradas emergentes, como as dos Estados Unidos e da Ásia, a pedida é de € 50 milhões, totalizando R$ 294 milhões.
Apesar do interesse do Estudiantes, os altos valores estipulados pelo Botafogo tornam a negociação uma tarefa árdua. O "Cielo Sports" aponta que a contratação seria difícil para o clube argentino. No entanto, a reportagem também levanta um ponto que poderia facilitar uma eventual saída: Tucu Correa não é titular absoluto no Botafogo e possui um dos maiores salários do elenco. Esses fatores podem levar a diretoria alvinegra a não criar grandes obstáculos para uma transferência na próxima janela de julho.
Chegado ao Botafogo com a expectativa de reforçar o time para o Super Mundial de Clubes de 2025, vindo da Inter de Milão, Joaquín Correa tem números modestos com a camisa alvinegra. Em 41 partidas disputadas, o atacante marcou quatro gols e contribuiu com quatro assistências.
