O Botafogo amarga mais uma eliminação precoce na Copa do Brasil, desta vez para a Chapecoense, em uma partida que expôs fragilidades gritantes da equipe. A derrota por 2 a 0 na Arena Condá resultou em uma avaliação severa das atuações individuais, com cinco jogadores recebendo a nota máxima de desaprovação: zero. O técnico Franclim Carvalho foi um dos mais criticados, apontado por poupar jogadores em um jogo decisivo e por uma escalação tática considerada "aberração".
Entre os jogadores que amargaram a nota zero, destacam-se Neto, que falhou em um momento crucial da partida, e Bastos, descrito como "calamitoso", lento e pesado. Barboza também foi apontado como responsável direto pelos gols sofridos, apesar de ter tentado contribuir no ataque. Júnior Santos desperdiçou oportunidades claras no início do jogo e errou em suas demais participações, enquanto Franclim Carvalho, além das falhas táticas, insistiu em Bastos e realizou mexidas equivocadas.
Outros jogadores apresentaram atuações muito abaixo do esperado. Vitinho teve uma atuação fraca, com marcação frouxa e pouca presença ofensiva. Edenílson demonstrou dificuldade com a bola e perdeu uma boa chance de gol. Marçal foi o destaque positivo na defesa, mas o restante do setor defensivo, incluindo Danilo, que atuou recuado sem motivo aparente, e Villalba, não convenceram. No ataque, Arthur Cabral lutou no jogo aéreo, mas também desperdiçou uma chance clara, assim como Kadir e Joaquín Correa.
A partida, que aconteceu em 14 de maio de 2026, evidenciou a necessidade de uma profunda reflexão sobre o desempenho e as escolhas técnicas. A eliminação na Copa do Brasil, somada às notas baixas e às críticas contundentes, deixa um cenário preocupante para o futuro do Botafogo na temporada.
