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GDA 'meio sumida', insegurança jurídica no Botafogo e reunião de John Textor com Ares: canal dá detalhes de bastidores

GDA 'meio sumida', insegurança jurídica no Botafogo e reunião de John Textor com Ares: canal dá detalhes de bastidores

A instabilidade no comando do Botafogo segue gerando incertezas, com a situação jurídica do clube em constante mutação. Atualmente, o ex-presidente Durcesio Mello figura como diretor da SAF, enquanto o clube social detém o direito a voto em Assembleia. Nesse cenário, um acordo próximo com a GDA Luma para ser a nova investidora encontra-se em um delicado "compasso de espera", conforme detalhado pelo jornalista Bernardo Gentile no canal "Arena Alvinegra".

Segundo Gentile, a GDA aguarda desdobramentos para formalizar sua entrada. "Enquanto a GDA não assina, enquanto a GDA não fecha, tudo continua em aberto", explicou o jornalista, ressaltando que a proposta da empresa foi recebida na semana anterior e está sob análise minuciosa do clube. O Botafogo identificou cláusulas que geraram preocupação e propôs modificações, mas ainda aguarda a resposta definitiva da GDA. Essa pausa na negociação coincide com movimentações judiciais que aumentam a insegurança jurídica, um fator crucial para a entrada de novos investidores.

A insegurança jurídica é apontada como um entrave significativo para empresas que desejam investir no clube. "Uma canetada na Justiça você perde o poder", destacou Gentile, ilustrando o receio de investidores em injetar capital em um ambiente de instabilidade. A GDA, descrita como um "fundo abutre" por sua atuação em empresas em recuperação, está acostumada a cenários de risco, mas não está imune à possibilidade de perder o dinheiro investido. A permanência da GDA na negociação é vista como a "tábua de salvação" do Botafogo, mas a falta de movimentação clara por parte da empresa gera apreensão.

Em meio a essa conjuntura, John Textor ressurgiu com uma nova proposta. O empresário anunciou em suas redes sociais um acordo com a Ares, afirmando que a decisão agora cabe ao clube social. Textor teria se reunido com lideranças da Ares para alinhar os termos, que envolvem a Eagle, o Lyon e questões judiciais na França. A proposta de Textor inclui a entrada de capital, com parte já depositada via acordo com a GDA, e a cessão de 20% da SAF ao clube social, além de abrir espaço para novos investidores, como o grego Evangelos Marinakis, cujos rumores de negociação são negados pelo clube. A situação atual do Botafogo se resume à disputa entre a possibilidade de fechar com a GDA ou aceitar a proposta de John Textor.

Ler na fonte original (FogãoNET)