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SAF crê que Ares está asfixiando Botafogo e quer Social junto na disputa; clube enviou quase R$ 1 bilhão ao Lyon, diz canal

SAF crê que Ares está asfixiando Botafogo e quer Social junto na disputa; clube enviou quase R$ 1 bilhão ao Lyon, diz canal

Uma nova perspectiva sobre os desafios financeiros do Botafogo surge com a alegação da SAF de que a Ares, principal credora da Eagle Football Holdings, estaria atuando para asfixiar o clube. Segundo informações do jornalista Thiago Veras, do canal “Arena Alvinegra”, a visão interna da SAF é que a Ares, detentora das ações da SAF do Botafogo, tem como objetivo principal o Lyon, em detrimento do clube carioca.

A alegação central é que o Botafogo tem enviado vultosos recursos ao Lyon, superando o que tem recebido de volta. Veras aponta que a Ares, ao ser dona das ações da SAF, deveria injetar capital para a reestruturação do clube francês, mas, ao invés disso, estaria utilizando o fluxo de caixa para beneficiar o Lyon. “A Ares, sendo dona das ações dos 90% da SAF do Botafogo, ela tem um objetivo. Veja bem, isso é a informação da SAF, o cenário que a SAF enxerga atualmente. O objetivo da Ares é asfixiar o Botafogo financeiramente”, explicou o jornalista.

De acordo com a fonte, o Botafogo teria enviado quase R$ 1 bilhão ao Lyon, com um retorno líquido significativamente menor, estimado entre US$ 40 a US$ 50 milhões. Essa discrepância é vista pela SAF como um “calote” orquestrado pela Ares/Eagle/Lyon contra o Botafogo. A SAF afirma possuir toda a documentação comprobatória dessas transferências, indicando que a asfixia financeira do Botafogo também visa pressionar John Textor.

A estratégia da Ares, segundo a SAF, seria criar um cenário de fragilidade financeira no Botafogo para, futuramente, negociar uma saída com o Botafogo Social pagando um valor inferior ao que é devido. A ideia seria obter maior poder de barganha para se livrar do clube e, ao mesmo tempo, excluir Textor da equação. Nesse contexto, a SAF defende que a briga deveria ser contra a Ares e não entre a SAF/Textor e o Botafogo Associativo.

O jornalista também destacou a situação de John Textor, que, por interdição judicial, não pode realizar novos aportes financeiros diretos. A convocação para uma assembleia no dia 20, com a participação da Ares e outros sócios minoritários da Eagle, é vista como uma tentativa de Textor de buscar um “acordão” para permanecer no controle da SAF. No entanto, a SAF do Botafogo acredita que o foco deveria ser a resolução dos problemas causados pela Ares, buscando a cumplicidade do Botafogo Associativo para encontrar uma nova empresa gestora, caso a confiança em Textor não seja restaurada. A Ares, por sua vez, estaria realizando aportes em questões jurídicas para prolongar disputas e fortalecer sua posição de negociação.

Ler na fonte original (FogãoNET)