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John Textor responde canal e diz: 'Continuo sendo o proprietário da SAF Botafogo, e a Justiça está começando a concordar'

John Textor responde canal e diz: 'Continuo sendo o proprietário da SAF Botafogo, e a Justiça está começando a concordar'

O empresário John Textor, figura central na gestão da SAF do Botafogo, voltou a se manifestar publicamente através de suas redes sociais, especificamente no Instagram. A declaração surge em resposta a interpretações divergentes sobre uma recente liminar obtida na Justiça britânica, que visa bloquear temporariamente a venda de ações. Textor utilizou a plataforma para rebater o conteúdo divulgado pelo "Canal do Manel", acusando-o de manipulação.

"Errado de novo, fantoche! Canal do Manel, por que você está sempre manipulando a nossa família?", questionou Textor, em trecho de sua publicação. Ele explicou que a decisão judicial no Reino Unido, proferida pelo juiz Mark Pelling, tratou fundamentalmente da questão de propriedade. Segundo o empresário, foi necessário comprovar ao magistrado que a alegação de titularidade representava uma questão séria, com chances reais de procedência. "Esse juiz solicitou todas as provas de propriedade antes de proferir sua decisão. Ele chegou a suspender a audiência ontem, por 24 horas, para solicitar mais evidências da minha titularidade", detalhou.

Textor ressaltou a seriedade de uma liminar, enfatizando que "não se permite que pessoas bloqueiem as atividades de outras com base em alegações infundadas". Dirigindo-se diretamente ao canal, ele acrescentou: "Você vive dizendo que é advogado, então deveria agir como tal. Estude antes de falar". A conclusão do empresário é clara: "Está claro que continuo sendo o proprietário da SAF Botafogo, e a Justiça está começando a concordar com isso".

A matéria original também apresentou a perspectiva do "Canal do Manel", que detalhou os efeitos da liminar. Segundo a publicação, a decisão obtida em Londres impede a Eagle Bidco de vender suas ações, mas ressalta que a ordem judicial não se aplica automaticamente no Brasil, pois o Botafogo SAF, o Botafogo Social, a GDA Luma e o juízo da recuperação judicial não são partes no processo inglês. O canal aponta que os 51% pertencentes ao clube social estariam fora do alcance da ordem inglesa, enquanto os 49% sujeitos ao drag along seriam o principal ponto de risco.

Ler na fonte original (FogãoNET)