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Botafogo não se vê afetado por decisão favorável a John Textor na Justiça britânica: ‘Página virada’, explica canal

Botafogo não se vê afetado por decisão favorável a John Textor na Justiça britânica: ‘Página virada’, explica canal

Apesar das recentes decisões judiciais favoráveis a John Textor no Reino Unido, que visam bloquear a venda de ações pela administradora judicial da Eagle Football, o Botafogo Futebol e Regatas assegura que a situação não causa qualquer impacto em suas operações. A diretoria alvinegra, em contato com o jornalista Bernardo Gentile do canal "Arena Alvinegra", classificou o tema como "página virada" e reafirmou o foco na parceria com a GDA Luma para a gestão da SAF.

Segundo informações obtidas por Gentile junto a pessoas ligadas à diretoria, o clube trata as disputas judiciais como um conflito particular entre Textor e a Cork Gully LLP, sem qualquer relação direta com os interesses do Botafogo. "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, não confunda alhos com bugalhos", teria sido a resposta do clube, que se sente respaldado pela ativação do bônus de subscrição. Essa ação, aprovada pelo Conselho, é vista internamente como um ponto de ruptura que desvincula o clube das pendências de Textor e da Eagle Football.

O Botafogo demonstra uma postura de "segue o jogo", priorizando a negociação com a GDA Luma, de Gabriel de Alba. A diretoria minimiza as vitórias de Textor na justiça, seja no Brasil ou na Inglaterra, e afirma que o clube não precisa se preocupar com essas questões, pois os envolvidos já teriam dado motivos para a rescisão contratual. A expectativa é de que a assinatura do contrato com a GDA ocorra em breve, sendo adiada apenas por questões burocráticas naturais de uma transação de grande porte, que envolve uma dívida bilionária do clube.

Bernardo Gentile destacou que o clube não trabalha com a possibilidade de as disputas judiciais interferirem na concretização do acordo com a GDA Luma. A explicação oficial do Botafogo para a demora na assinatura é a complexidade inerente a uma negociação que envolve quase R$ 3 bilhões em dívidas. O clube, contudo, segue trabalhando como se a parceria já estivesse firmada, confiante na resolução das pendências burocráticas e na continuidade do projeto da SAF.

Ler na fonte original (FogãoNET)