Carlos Augusto Montenegro, ex‑presidente do Botafogo, respondeu às críticas de John Textor em entrevista ao Canal do Anderson Motta. O dirigente chamou o empresário norte‑americano de “covarde” e ironizou a proposta de retorno à Sociedade Anônima do Futebol (SAF), apelidada por Textor de “SAF Social 2.0”.
Montenegro brincou com os números apresentados por Textor, dizendo que o projeto poderia ser “SAF 171 ou 2.7”, referindo‑se ao valor da dívida que o investidor deixaria. Ele ainda rebateu a ideia de aumentar a participação do clube associativo de 10% para 20% de um capital de R$ 3 bilhões, afirmando que isso só ampliaria a dívida do social, passando de R$ 100 milhões para R$ 600 milhões.
O ex‑presidente também refutou a acusação de que manipularia torcedores, jornalistas e influenciadores, lembrando que, como detentor de apenas 10% da SAF, nunca teve poder de decisão. “Hoje sou torcedor, não tenho cargo nenhum nos 10%”, declarou. Quanto à possibilidade de Textor voltar a participar da SAF, Montenegro foi categórico: “A chance é zero, a menos que ele traga um cheque de R$ 2,7 bilhões. Ele não consegue nem US$ 25 milhões”.
