A jornada do Botafogo na Copa Libertadores chegou ao fim de forma dolorosa, com a equipe sendo eliminada após atuações que deixaram a desejar. O goleiro Léo Linck foi apontado como um dos principais responsáveis pela queda, com falhas decisivas em ambas as partidas contra o Barcelona-EQU. O técnico Martín Anselmi também recebeu críticas contundentes por suas escolhas táticas, consideradas equivocadas e sem repertório para reverter o cenário.
O desempenho individual dos jogadores foi amplamente avaliado, com a maioria recebendo notas baixas. Mateo Ponte teve uma atuação "sofrível", sendo vencido em sua única chance de ser atacado e errando muitos passes. Alexander Barboza foi descrito como "estabanado", com erros na saída de bola. Vitinho demonstrou boa forma física, mas "errou tudo no ataque", enquanto Alex Telles foi criticado pela "absurda quantidade de ataques que matou por falta de repertório". Álvaro Montoro foi vaiado ao sair de campo, com pouca produção e um desempenho "andando".
Em meio a um mar de atuações abaixo da média, Matheus Martins se destacou como o ponto mais positivo do Botafogo. Correndo e criando oportunidades, ele foi o jogador mais perigoso da equipe. Outros jogadores como Bastos, Newton, Danilo, Jordan Barrera, Arthur Cabral, Artur e Caio Valle tiveram participações consideradas "ok" ou "tentaram", mas sem o brilho necessário para mudar o curso da partida.
O técnico Martín Anselmi foi duramente criticado por suas "ideias (ruins)", citando a escalação de Mateo Ponte como zagueiro, Vitinho como ala-quase-ponta, Matheus Martins como centroavante e Montoro em campo por muito tempo. A equipe, segundo a análise, "jogou o primeiro tempo fora com toques laterais" e "não teve repertório" para reagir no segundo tempo diante do Barcelona-EQU, selando assim a eliminação.
