O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, admitiu em uma conversa com a imprensa ter se arrependido do tom de suas declarações sobre possíveis reforços para o clube. Em agosto de 2026, o dirigente havia afirmado que a "folha pode aumentar", que "pode ter novidades", que a "janela ainda não fechou" e que "devemos sonhar". Naquele período, o clube acertou as contratações de Tiquinho Soares, Arthur Chaves e Ziyech, mas enfrentou dificuldades em outras negociações durante a última janela de transferências.
A informação foi divulgada pelo canal de Anderson Motta, que, ao ser questionado por internautas sobre as falas do presidente, revelou o arrependimento em uma resenha após o jogo contra o Palmeiras. "O presidente do Botafogo falou besteira. Não era para ter dito 'a janela está aberta'. Não era para ter falado isso", relatou Motta, citando as palavras do dirigente.
Motta também comentou que o torcedor alvinegro se preocupa com a comunicação e espera que a gestão atual, incluindo a GDA (Gestão de Desempenho e Atletas), atue de forma mais precisa. Ele comparou a situação com declarações anteriores de outros dirigentes, como Gabriel de Alba e John Textor, que também geraram expectativas.
"Se você parar para pensar, o Gabriel de Alba também falou. Esse é o problema. Se você parar para pensar, o John Textor também falou, na época, que tinha uma porcentagem para trazer um grande craque", disse Motta, lembrando de tentativas frustradas de trazer nomes como Marcelo, Cavani e James Rodríguez. Ele concluiu que a torcida do Botafogo está frustrada há algum tempo, citando o episódio em que Textor postou uma foto de Papai Noel em dezembro, gerando expectativa de presentes que se transformaram em transfer bans.




