Após uma decisão judicial no Reino Unido que impediu a venda de suas ações na SAF do Botafogo, o ex-controlador John Textor mudou seu tom em relação ao clube social. Inicialmente, o empresário americano havia mencionado um "diálogo" com a diretoria associativa. No entanto, após o pronunciamento oficial do Botafogo, Textor reagiu com novas críticas, direcionadas especialmente ao presidente João Paulo Magalhães Lins e ao próprio clube social.
Textor reiterou seu argumento de que foi impedido de injetar "dinheiro saudável" no clube e insinuou que a Justiça brasileira seria parcial, referindo-se a ela como "juízes amigáveis do Rio". Em suas redes sociais, o empresário declarou: "O clube social agora fala sobre instabilidade? Isso seria engraçado, se não fosse tão prejudicial para o clube. Por dez meses, JP empurrou o clube contra a parede, recusando-se a assinar documentos para trazer dinheiro saudável, dizendo que não podia agir contra as claras autoridades estabelecidas no Reino Unido… Agora que a corte do Reino Unido apoia Textor, o clube social diz que tudo se resume aos juízes amigáveis do Rio? O capital e os sócios que trago são a verdadeira definição de estabilidade".
A resposta do Botafogo veio através de uma nota oficial, na qual o clube refutou o que chamou de "mais uma tentativa de instabilidade" promovida por John Textor. A diretoria associativa afirmou que as decisões sobre questões societárias envolvendo a SAF são de competência exclusiva da Justiça brasileira. O clube também ressaltou que o processo de transição para a GDA Luma está ocorrendo "em paz".




