Em uma troca de farpas pública, John Textor respondeu às declarações do presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, que havia afirmado em entrevista à ESPN que o empresário norte-americano não poderia levar o clube "para a lama", citando transfer bans e desentendimentos com sócios da Eagle.
Através de sua conta no Instagram, Textor rebateu as críticas de forma contundente. "Não importa o quanto você fale, a verdade não muda. Você bloqueou capital, chegou a pedir a um juiz para impedir a entrada de US$ 60 milhões no clube, para que seu plano de falência de quarta-feira à noite lhe desse o controle do clube", protestou o empresário. Ele argumentou que a entrada desse montante teria sido o maior saldo em caixa da história do Botafogo e poderia ter evitado os recentes problemas de transfer ban e o pedido de recuperação judicial.
"Imagine se nosso saldo em caixa fosse superior a US$ 60 milhões de dólares, teríamos sofrido outro transfer ban? Não! Teríamos entrado com o pedido de recuperação judicial? Não!", questionou Textor, ressaltando a gravidade da situação. Ele ainda acrescentou: "US$ 60 milhões, naquela semana, teriam sido o nosso maior saldo em caixa da história… E você entrou com uma ação judicial para bloqueá-lo. Fato. O maior problema que temos neste clube é o ego de Montenegro", concluiu, referindo-se ao presidente alvinegro.
Com John Textor afastado do processo de gestão, embora ainda tente reaver seu poder judicialmente, o Botafogo caminha para ter a GDA Luma como a nova investidora da SAF, em um cenário de indefinição e disputas internas.
