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BTG oferece ao Botafogo empréstimo de R$ 300 milhões 'a custo mais acessível' como 'garantia' para fechar 2026

BTG oferece ao Botafogo empréstimo de R$ 300 milhões 'a custo mais acessível' como 'garantia' para fechar 2026

Em um momento crucial para a reestruturação financeira, o Botafogo Futebol e Regatas recebeu uma proposta de empréstimo no valor de R$ 300 milhões do banco BTG. A informação foi divulgada pelo ex-presidente Carlos Augusto Montenegro em entrevista ao canal “Gerações Botafoguenses”, destacando que a oferta possui um “custo mais acessível” e servirá como uma importante “garantia” para o clube atravessar o período até o final de 2026.

Montenegro explicou que, embora a entrada da GDA Luma como investidora da SAF esteja em andamento, o empréstimo do BTG representa uma carta na manga para assegurar a estabilidade financeira. “O que eu sei é o seguinte: dentro da possibilidade, talvez, de venda de algum jogador, dentro do que foi mostrado da dívida a curto prazo, essa aproximação com o BTG, que nos assessorou a encontrar a GDA, ficou praticamente oferecido um empréstimo, se for necessário, de R$ 300 milhões a um custo mais acessível para a gente terminar o ano. Então, a gente tem isso como um step. Alguma coisa pra garantir”, declarou o ex-dirigente.

O dirigente ressaltou o trabalho árduo do atual presidente, João Paulo Magalhães Lins, em buscar soluções para as pendências do clube. “O João Paulo foi fantástico, e ele soube operar, conversou com todos os sócios do John Textor, com ex-sócios, com o Durcesio Mello, o tempo todo, conversando, conversando, conversando, e chegou ao final”, afirmou Montenegro. Ele também mencionou que o presidente tem buscado recursos junto a sócios da Eagle e da Ares, além de negociações com o Lyon, visando acertar as contas e permitir que cada parte siga seu caminho.

A dificuldade em atrair investidores estrangeiros, segundo Montenegro, se deve à insegurança política e jurídica no Brasil, além da variação cambial, que torna investimentos no exterior, como no Lyon, mais atrativos. “Eles têm um medo, uma insegurança da política, insegurança jurídica, e o valor do real perante ao dólar e ao euro incentiva que eles invistam mais no Lyon para ter retornos”, explicou. Apesar dessas dificuldades, o Botafogo, que se encontra em recuperação judicial e enfrenta seis transfer bans na FIFA, conta com essa linha de crédito como um plano de contingência para superar a fase delicada.

Ler na fonte original (FogãoNET)