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Botafogo social diz que John Textor o deve R$ 700 milhões e explica 'acordo coletivo' para receber parte

Botafogo social diz que John Textor o deve R$ 700 milhões e explica 'acordo coletivo' para receber parte

O Botafogo Social veio a público para esclarecer a situação envolvendo a tentativa de receber parte dos recursos provenientes da venda da SAF para a GDA Luma. Longe de negar as informações, o clube associativo apresentou sua versão dos fatos, explicando a origem de um suposto débito de R$ 700 milhões que John Textor, através da Eagle, teria com a entidade.

Em declarações concedidas ao “Canal do Anderson Motta” e ao “Canal do Manel”, o Botafogo Social detalhou que a dívida se origina de diversas frentes. Segundo o clube, a Eagle não cumpriu com o Acordo de Acionistas, deixando de recolher impostos e tributos essenciais, o que impacta diretamente a obtenção de Certidões Negativas de Débito (CNDs), prejudicando, por exemplo, o patrocínio estatal para a modalidade de basquete. Além disso, foi mencionado um empréstimo de R$ 50 milhões feito em nome do associativo pela Eagle, que não teria sido quitado integralmente, e despesas com direitos de imagem de jogadores que o associativo precisou arcar.

O Botafogo Social explicou que o chamado "acordo coletivo" em questão visa justamente cobrir esses aportes não recebidos durante o período. A entidade ressalta que o montante que será recebido através deste acordo representa uma fração inferior a 10% do total que a Eagle supostamente deve ao clube associativo. A informação divulgada pelo “Canal do Manel” reforça que não há negociação de dinheiro da GDA diretamente para o social, mas sim um pacto para quitação de débitos, com foco especial nas obrigações tributárias não cumpridas pela gestão anterior da SAF.

O empréstimo de R$ 50 milhões, contraído em nome do associativo, teria tido apenas 60% de seu valor pago até o momento. A comunicação do Botafogo Social busca trazer transparência sobre a complexa relação financeira entre a entidade e a gestão da SAF, evidenciando a necessidade de regularização de pendências financeiras e fiscais.

Ler na fonte original (FogãoNET)