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Comentarista: 'Botafogo Way é uma maldição para o clube. Não basta exigir que jogue de determinada maneira, precisa de peças'

Comentarista: 'Botafogo Way é uma maldição para o clube. Não basta exigir que jogue de determinada maneira, precisa de peças'

A filosofia conhecida como "Botafogo Way", que busca impor um estilo de jogo específico ao Glorioso, tem sido alvo de críticas. Segundo a jornalista Joanna de Assis, do programa “SporTV News”, essa abordagem pode se tornar uma "maldição" para o clube, mais atrapalhando do que ajudando.

A análise surgiu após o empate em 1 a 1 do Botafogo contra o Caracas, na estreia da Copa Sul-Americana. Apesar de o time ter entrado em campo com a equipe titular, uma decisão incomum entre os clubes brasileiros na competição, a comentarista avalia que o técnico Franclim Carvalho, em início de trabalho, é um dos menos culpados pelo resultado. No entanto, a forma como o time se apresentou, com uma escalação considerada ofensiva, levantou questionamentos.

"Parece que o técnico se sente obrigado a colocar uma formação ofensiva", observou Joanna de Assis. Ela argumenta que essa exigência de jogar de uma determinada maneira, impulsionada pela gestão de John Textor desde 2022, ignora a necessidade de ter os jogadores certos para executar tal plano. "Para ela dar certo você precisa de peças. Então não basta você exigir que o time jogue de uma determinada maneira. Ele precisa ter peças, jogadores", explicou a jornalista, citando nomes como Luiz Henrique e Almada como exemplos de atletas que se encaixavam no modelo.

Joanna de Assis ressalta que a pressão por um estilo de jogo específico se intensificou após a saída de outros treinadores, criando um ciclo que dificulta o desenvolvimento de qualquer comandante. Ela exemplifica com o caso de Martín Anselmi, que, segundo ela, não teve tempo para desenvolver seu trabalho por não se encaixar imediatamente na filosofia imposta. "Enquanto o Botafogo fica preso nessa ideia, todo técnico que passar vai sentir tanta pressão, e os jogadores também, e isso só atrapalha", concluiu.

Ler na fonte original (FogãoNET)