A negociação para a conclusão da operação da SAF do Botafogo enfrenta um novo obstáculo. A Cork Gully LLP, administradora judicial da Eagle, exige que o clube alvinegro arque com um gasto de US$ 6 milhões (aproximadamente R$ 31 milhões) referente a honorários advocatícios de advogados contratados por John Textor e pela holding. A informação foi divulgada pelo "Canal do Manel".
Diante dessa exigência, Gabriel de Alba, sócio-diretor da GDA Luma, demonstrou resistência e não aceita arcar com o valor. Apesar do susto causado pela demanda, tanto o Botafogo quanto Gabriel de Alba não se importam com a possibilidade de a operação se estender por mais tempo, mantendo a confiança em um desfecho positivo.
Outro ponto de atrito é a dívida de € 25 milhões (cerca de R$ 148 milhões) do Lyon. O presidente do Botafogo social, João Paulo Magalhães Lins, não concordou com o perdão dessa dívida. Segundo o "Canal do Manel", o clube possui os títulos de crédito e está preparado para recorrer à Justiça caso seja necessário buscar o ressarcimento.
A transferência das ações da SAF que estão sob a posse da Eagle Bidco, atualmente administrada pela Cork Gully, para a GDA Luma é o passo final para a concretização do acordo. No entanto, o Botafogo já tem sentido a presença do novo investidor, com aportes já realizados para cobrir despesas urgentes do clube.




