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‘SAF Social 2.0’: John Textor detalha projeto para ficar no Botafogo e oferece que associativo tenha mais 10% das ações

‘SAF Social 2.0’: John Textor detalha projeto para ficar no Botafogo e oferece que associativo tenha mais 10% das ações

John Textor apresentou um plano ambicioso para sua permanência no Botafogo, batizado por ele de "SAF Social 2.0". Em entrevista ao "Canal do Anderson Motta", o empresário norte-americano detalhou suas intenções, que incluem um aumento significativo na participação do clube social na SAF e uma maior integração com as decisões do futebol.

A proposta central de Textor é dobrar a participação do Botafogo social na SAF, passando dos atuais 10% para 20%. Além disso, ele sugere a criação de um "Comitê de Futebol" com participação direta de dirigentes do associativo. A ideia, enviada por e-mail ao presidente João Paulo Magalhães Lins e outros membros da diretoria no último sábado (2/5), visa fortalecer a ligação entre a gestão da SAF e a base do clube.

"Estou apenas apresentando o novo capital que sempre estive disposto a investir", declarou Textor, referindo-se ao investimento de US$ 25 milhões que ele está pronto para aportar. Ele enfatizou que a decisão final sobre a aceitação deste investimento e as medidas propostas cabe ao clube social. "Chegou a hora de o clube social aceitar o investimento de US$ 25 milhões que fiz e de superarmos este período para seguirmos em frente", afirmou.

O projeto "SAF Social 2.0" prevê ainda maior transparência e proximidade. Textor propõe que o Conselho Fiscal da SAF tenha presença física nos escritórios do Botafogo, facilitando o acesso e a comunicação com a diretoria financeira. Ele também quer que torcidas organizadas e sócios-torcedores do Camisa 7 participem de reuniões trimestrais, aproximando a gestão das demandas dos torcedores. "Vamos tornar isso divertido novamente. Vamos fazer com que eles realizem uma eleição", disse sobre a escolha de um representante do clube social para o comitê de futebol, que seria eleito anualmente.

Outros pontos da proposta incluem o controle do clube social sobre os "ídolos do estádio", garantindo que a história e as homenagens sejam definidas pela base do clube, e o restabelecimento do direito a ingressos para jogos e eventos. Textor também mencionou a possibilidade de o clube social vender parte de suas ações para gerar receita, estimada em US$ 20 milhões, para auxiliar em outras modalidades esportivas e na manutenção da estrutura social.

Ler na fonte original (FogãoNET)