John Textor enviou ao presidente João Paulo Magalhães Lins uma proposta oficial de compra de ações da SAF do Botafogo, conforme divulgado pelo canal de Anderson Motta. A oferta chega em um momento em que o clube associativo detém apenas 10% das ações e pode decidir por uma nova venda, tendo a GDA Luma como principal interessada.
No modelo apresentado, Textor não ficaria como único acionista; o clube social receberia poderes de decisão, revertendo a situação que o afastou do controle da Eagle após decisão do Tribunal Arbitral. O empresário, que antes era o principal acionista da SAF, perdeu o direito de voto e a gestão da empresa.
Atualmente, a direção da SAF está sob a interinidade de Durcesio Mello, ex‑presidente do Botafogo, que atua como diretor‑geral. Enquanto isso, o poder de decisão permanece nas mãos do Botafogo associativo, que pode optar por vender novamente as ações da SAF.
A proposta de Textor, ainda em análise, pode redefinir a estrutura acionária do clube, trazendo novamente um investidor externo, porém com participação limitada, e reforçando a influência do clube social nas decisões estratégicas.
