O comentarista Felipe Melo se manifestou sobre os protestos da torcida do Botafogo contra os jogadores Marlon Freitas e Alexander Barboza, que incluíram vaias, notas falsas e até o rasgo de um bandeirão. Em sua análise no SporTV, o ex-jogador demonstrou entender o sentimento dos alvinegros, mas fez questão de defender a trajetória dos atletas no clube.
"Eu entendo o torcedor, mas a história não se apaga, né? A história não se apaga", afirmou Felipe Melo. Ele destacou a importância de Marlon Freitas como um dos grandes capitães da história do Botafogo, lembrando sua participação fundamental na conquista inédita da Taça Libertadores. "Sem dúvida nenhuma foi muito, muito, importante para esse título do Botafogo e a história não se apaga. Não tem jeito. Você pode tentar, pode rasgar a bandeira, pode pichar, fazer o que for. Pode vaiar, pode ser o que for, mas a história, tanto de Marlon como também do Barboza, não vai se apagar no Botafogo. Foram grandes do Botafogo", completou.
O também comentarista Carlos Eduardo Lino sugeriu que a homenagem com bandeirões deveria ser reservada para o fim da carreira dos ídolos. Ele mencionou a presença de Jefferson, um dos grandes nomes do clube, em um bandeirão, e questionou a decisão. Felipe Melo concordou com a importância de Jefferson, relembrando sua trajetória como goleiro da Seleção Brasileira Sub-20 e profissional. "Ele era goleiro da seleção sub-20. Nós jogamos no Sul-Americano Sub-20 anos atrás. Já era um goleiraço, né? Ele estava defendendo a Seleção Brasileira e deveria estar."
Na sequência, Felipe Melo comentou sobre a possibilidade de Luiz Henrique retornar ao Brasil, mencionando clubes como Flamengo e Palmeiras. Ele expressou alívio pelo fato de o jogador não ter voltado para o futebol brasileiro, o que, em sua visão, evitaria mais uma disputa por jogadores em possíveis bandeirões. "Ainda bem que o Pantera não voltou para o Brasil. Ainda bem para o torcedor do Botafogo que ele continua lá", concluiu.



