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Botafogo recusa aporte de Textor por risco judicial e punição

Botafogo recusa aporte de Textor por risco judicial e punição

Uma proposta de aporte financeiro de John Textor na SAF do Botafogo, no valor de US$ 25 milhões e condicionada à diluição de ações, foi vetada pelo clube social. A decisão, conforme revelado por Anderson Motta em sua conta no X, decorre de uma medida judicial que impede alterações societárias na SAF, a mesma que garante a permanência de Textor no comando.

A recusa se baseia no risco de que a aprovação do aporte seja considerada ilegal. Tal ato poderia levar o presidente João Paulo Magalhães Lins a responder judicialmente, além de acarretar penalidades e multas para o próprio Botafogo. A informação foi confirmada pelo clube social, que alertou sobre as consequências legais de uma eventual assinatura por parte do presidente.

"E se o JP Magalhães assina esse Aporte a pessoa física poderia responder judicialmente e o clube pode ser penalizado e multado tb!! É uma ordem Judicial!! Esses foram os motivos que o Clube Social me informou! Canal do Anderson Motta!", postou Anderson Motta em sua rede social, evidenciando a gravidade da situação.

Este impasse surge em um momento delicado para o clube, que já antecipou receitas e busca "dinheiro novo". A resistência do clube social à proposta de Textor, que envolvia a gestão da SAF, demonstra a complexidade das negociações e a cautela necessária diante de questões jurídicas.

Ler na fonte original (FogãoNET)