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Franclim detalha novo rumo do Botafogo: competitividade e orgulho para o torcedor

Franclim detalha novo rumo do Botafogo: competitividade e orgulho para o torcedor

O técnico português Franclim Carvalho traçou um plano ambicioso para o futuro do Botafogo, visando consolidar o clube como uma equipe reconhecida por sua competitividade e pela capacidade de orgulhar sua torcida. Em entrevista ao site “GE”, o treinador destacou que o novo rumo do Glorioso passa por uma mentalidade de luta durante os 90 minutos, sempre com respeito ao adversário, e pela construção de uma nova história após um período considerado conturbado.

Com um início de trabalho promissor, apesar da eliminação na Copa do Brasil, Franclim já demonstra uma filosofia clara de jogo. Ele defende um estilo ofensivo e de ataque constante, que, segundo ele, reflete sua personalidade e o perfil dos jogadores disponíveis. "Eu tenho essa ideia de ir para cima. Gosto que minha equipe ataque muito. Vai atacar e tem atacado. E gosto que minha equipe faça muitos gols, vai fazer e tem feito", afirmou o comandante, que ressaltou a baixa quantidade de derrotas do time sob seu comando em 2024 como um indicativo da força dessa abordagem.

No entanto, o treinador identificou um ponto crucial para a evolução da equipe: a fase de construção de jogadas. Franclim reconhece a necessidade de melhorar o desempenho com a bola no início da jogada para ter maior controle do jogo. Ele citou dificuldades enfrentadas contra equipes que pressionam, como o Cruzeiro, e a importância de encontrar soluções para quebrar essa pressão, como demonstrado contra o Vitória. "Nós temos que melhorar muito com a bola na primeira fase de construção, porque isso é que vai nos permitir controlar o jogo com a bola durante mais tempo", explicou.

Apesar da necessidade de aprimoramento na saída de bola, Franclim elogiou o desempenho da equipe nas fases seguintes do campo, da transição até a finalização. Ele destacou que o processo ofensivo já está bem consolidado, com os jogadores entendendo e executando as propostas, resultando em muitas finalizações e gols. Além disso, o técnico ressaltou a melhora significativa na reação à perda da bola e na capacidade de alternar entre paciência e pressão, demonstrando um Botafogo mais maduro taticamente. "Sem a bola, estamos melhores. Somos uma equipe mais paciente quando temos que ser, e uma equipe mais pressionante quando temos que ser", concluiu.

Ler na fonte original (FogãoNET)