Em um momento crucial para a definição da estrutura societária da SAF do Botafogo, o presidente João Paulo Magalhães Lins manifestou um sentimento de profunda decepção em relação a John Textor. A informação foi divulgada pelo "Canal do Manel", em participação no "Glorioso Play", e aponta para um descontentamento pessoal do mandatário com o desenrolar dos acontecimentos.
Segundo o relato, quando questionado sobre o que mais o orgulhava no processo, Lins teria respondido que não sentia orgulho algum. Pelo contrário, ele se declarou "extremamente decepcionado" e "entristecido" por ter vivenciado este período. A expectativa inicial do presidente ao assumir o cargo era de desfrutar de um Botafogo recém-campeão e em um clima de celebração constante, mas ele se viu "tragado para o meio de um buraco, uma vala, uma espiral negativa, terrível".
O jornalista Manel destacou a curiosidade da situação: "todo mundo comemorando, né? E o cara que foi um dos pilotos disso é o cara que está triste com essa história". John Textor, que foi o principal acionista da SAF do Botafogo entre 2022 e 2026, ainda busca na Justiça manter sua posição, alegando ser detentor de 90% das ações.
A notícia surge em um contexto onde o Botafogo avançou na assinatura de contrato vinculante com a GDA Luma, um passo importante para a resolução da disputa societária. No entanto, a conclusão do processo ainda depende de um acordo com o Lyon para que a Eagle possa negociar suas ações na SAF, um imbróglio que tem gerado tensões internas.
