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Aporte de Textor no Botafogo está atrelado a autorização para entrada de novos acionistas, explica jornalista; não há indício de acordo com social

Aporte de Textor no Botafogo está atrelado a autorização para entrada de novos acionistas, explica jornalista; não há indício de acordo com social

O futuro aporte de John Textor no Botafogo, no valor de US$ 25 milhões, está condicionado à aprovação do clube social para a entrada de novos acionistas, GDA Luma e Hutton Capital. A informação foi divulgada pelo jornalista Bernardo Gentile, em live no canal “Arena Alvinegra”. Segundo ele, os dois fundos seriam responsáveis por um investimento de US$ 50 milhões, dos quais US$ 25 milhões já foram depositados. A segunda parte desse montante, contudo, ainda depende da assinatura do associativo, com o empréstimo a ser convertido na emissão de novas ações.

Bernardo Gentile detalhou que a proposta de Textor inclui um novo investimento próprio de mais US$ 25 milhões, elevando o total para US$ 75 milhões. "Para esse dinheiro entrar, sempre tem um porém. E qual o porém da vez? Para o Textor conseguir botar esse dinheiro aqui dentro, o social precisa daquela mesma assinatura lá de trás. Porque o Textor também vai vender as ações dele para colocar esses US$ 25 milhões. E quando o social assinar esses US$ 25 milhões, ele vai estar assinando também para entrada da GDA e da Luma Capital. A grande pegadinha está aí", explicou o jornalista.

O Botafogo social, por sua vez, estaria analisando a proposta sob a condição de que as imposições de Textor não sejam ilegais e não gerem problemas futuros para o clube. Gentile ressaltou a complexidade da situação política, onde a recusa do associativo poderia ser interpretada como um impedimento à entrada de capital, enquanto a aceitação poderia fortalecer a posição de Textor. "É um jogo político enrascado, com muita coisa rolando, não é simples", pontuou.

O jornalista também abordou a questão do rompimento entre Textor e o associativo, destacando a ausência de indícios de um acordo iminente. Para o associativo avançar em uma eventual saída de Textor judicialmente, seria necessário um acordo prévio com a Ares Management. "O social entende que, para tirar o Textor na Justiça, eles precisam ter um acordo com a Ares", afirmou Gentile, que acredita que Textor poderia reverter liminares caso o clube social não tenha um plano financeiro sólido para sustentar o Botafogo após sua saída.

Ler na fonte original (FogãoNET)