O Botafogo finalmente conseguiu sair do transfer ban imposto pela Fifa, após mais de um mês de punição. A medida foi possível graças a um aporte-empréstimo de aproximadamente US$ 28 milhões, que entrou nas contas da SAF alvinegra com a ajuda de parceiros de John Textor, GDA Luma Capital e Hutton Capital. Segundo informações da ESPN, o próprio John Textor admitiu ter enfrentado dificuldades para aprovar o aporte junto ao clube associativo, descrevendo a situação como uma ‘briga’.
O dinheiro do empréstimo já foi utilizado pelo Botafogo para quitar uma dívida com o Atlanta United, no valor de US$ 10 milhões. Os remanescentes US$ 20 milhões serão pagos em quatro parcelas de US$ 5 milhões, conforme apurado pelo jornal O Globo. A entrada do capital, facilitada pelos parceiros de Textor, abre caminho para novas movimentações no mercado de transfer, algo que vinha sendo dificultado pela punição da Fifa.
Textor, que tem planos de expandir o investimento no Botafogo, inclusive com a possibilidade de os parceiros se tornarem acionistas no futuro, comunicou à torcida o fim do transfer ban e reafirmou o compromisso em construir um time com a mesma ambição de 2024. A superação da barreira imposta pela Fifa é vista como um importante passo para a consolidação da SAF e para a retomada do crescimento do clube.
A resolução do transfer ban é um alívio para a diretoria do Botafogo, que agora poderá planejar com mais tranquilidade a composição do elenco para a temporada. A prioridade, segundo fontes do clube, é reforçar o time para a disputa do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores, competições em que o Botafogo almeja apresentar um desempenho competitivo e conquistar títulos.
